Vamos “monitorizar” o impacto da Rota Vicentina!

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Em 2017, a Rota Vicentina teve o privilégio de poder contar com muitos voluntários e Associados para a monitorização dos trilhos e este ano quer repetir essa proeza!


Desde o início que a Rota Vicentina tem a preocupação de avaliar o seu impacto na região a nível económico, social e ambiental.


Tudo começou em 2013 com um estudo de impacto ambiental. Em 2017 a monitorização foi complementada com inquéritos, contadores automáticos e um estudo quantitativo e comportamental, para poder responder às famosas questões:


Para caracterizar o comportamento temporal e espacial da utilização da Rota Vicentina, foi adoptada uma estratégia de monitorização que combina a utilização de equipamentos de contagem automática de caminhantes e vários dias de contagens físicas, com equipas com contadores manuais, simultaneamente em todos os trilhos, num conjunto de dias representativos das diferentes épocas de caminhada.
Em 2017, a Rota Vicentina teve o privilégio de poder contar com muitos voluntários e Associados, este ano queremos muito repetir essa proeza!

Em 2022 vamos voltar a fazer uma radiografia ao terreno, através da realização de inquéritos aos caminhantes e contagens físicas, numa lógica de continuidade de monitorização dos trilhos, mas para isso a ajuda de cada um é fundamental!

As contagens físicas exigem a presença de uma larga equipa em campo, cerca de 80 pessoas por dia. O ideal seria estabelecer um conjunto fixo de voluntários que consiga assegurar em várias sessões deste ano (serão 6 no total). A primeira saída do ano acontece dia 19 de Fevereiro nas seguintes etapas/percursos:

Uma acção de monitorização consiste em ter uma equipa de dois voluntários, durante 6 horas, num ponto definido (geralmente o meio da etapa/percurso). Deve ser registado o número de caminhantes que passam, numa folha, assim como entrevistar os mesmos. Para tal, há um inquérito com uma dezena de perguntas

No dia 17 de Fevereiro às 19 horas, antes do início das contagens será realizada uma sessão de formação online para os voluntários e também será fornecido um manual de campo sobre o trabalho a desenvolver e os cuidados a ter nesta tarefa, que sabemos, não é pêra doce! Mesmo que não possam estar presentes na acção de dia 19 de Fevereiro, existirão novas datas para a recolha de questionários e contagem de caminhantes. Inscrevam-se para receberem de antemão todas as informações necessárias.

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Irene Nunes

Irene Nunes nasceu em França, em 1986. Formou-se em Relações Internacionais, mas foi no Ecoturismo e Educação Ambiental que encontrou o seu caminho. As várias experiências de turismo, natureza e cultura inspiraram o seu percurso e trouxeram-na até ao Sudoeste de Portugal, onde foi, de 2017 a 2025,  responsável pelas áreas de Trilhos Pedestres e […]

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