Manifestos

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Associação Rota Vicentina envia dois Manifestos para o Governo de Portugal subscrito por 22 entidades do Conselho Geral


23 ENTIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS DO CONSELHO GERAL DA ROTA VICENTINA SOLICITAM INTERVENÇÃO URGENTE DO GOVERNO RELATIVAMENTE ÀS AMEAÇAS DA PROSPECÇÃO E EXPLORAÇÃO DE HIDROCARBONETOS E DA AGRICULTURA INTENSIVA NA COSTA ALENTEJANA E VICENTINA


A Associação Rota Vicentina, representando os interesses e preocupações dos seus 190 associados – dos quais 140 empresas locais e 25 operadores turísticos de âmbito internacional – e agregando no seu Conselho Geral 38 entidades externas (19 públicas e 19 privadas) de gestão territorial, ambiental, promoção turística, autoridades  policiais, de protecção civil e de segurança regionais e nacionais – enviou para o Governo de Portugal e outras entidades públicas relevantes, bem como à Comunicação Social, dois manifestos que se debruçam sobre temas que afectam e podem vir a afectar bastante mais a Costa Alentejana e Vicentina – e nomeadamente o Parque Natural do Sw Alentejano e Costa Vicentina:


  • O MANIFESTO PELA SUSPENSÃO IMEDIATA DOS CONTRATOS DE PROSPECÇÃO E EXPLORAÇÃO DE HIDROCARBONETOS ATÉ QUE SEJAM DADOS OS DEVIDOS ESCLARECIMENTOS PÚBLICOS [Descarregar PDF], subscrito por 24 membros deste Conselho – solicitando ao Governo de Portugal que suspenda estes contratos, nomeadamente no Algarve e Costa Alentejana, por não estarem respondidas questões várias de suprema importância para a região e também para o país;

  • O MANIFESTO POR UMA POSIÇÃO GOVERNAMENTAL URGENTE FACE ÀS DIFICULDADES DE COMPATIBILIZAÇÃO ENTRE AGRICULTURA INTENSIVA E VALORIZAÇÃO DOS RECURSOS ENDÓGENOS DA COSTA SUDOESTE [Descarregar PDF], subscrito por 22 membros do Conselho, solicitando ao Governo de Portugal uma posição urgente relativamente às dificuldades de compatibilização dos objectivos do Parque Natural do Sw Alentejano e Costa Vicentina e do Perímetro de Rega do Mira, por acreditarem que existem soluções que devem ser trabalhadas para o desenvolvimento da agricultura em moldes que respeitem mais eficientemente os recursos endógenos da região.


Na esperança de contribuir para que a pegada ecológica na faixa costeira mais bem preservada da Europa seja mais pequena quanto possível, a Rota Vicentina continuará a dar seguimento à sua missão de desenvolver e promover o turismo sustentável e responsável na Costa Alentejana e Vicentina.


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Marta Cabral

Geriu a Associação Casas Brancas até 2013 e co-fundou a Associação Rota Vicentina, que presidiu até 2025, estruturando o papel do ecoturismo e das redes locais na regeneração dos territórios rurais.

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